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domingo, 17 de novembro de 2013

LAR ECOLÓGICO: É verão, é tempo de economia.

LAR ECOLÓGICO: É verão, é tempo de economia.: Ajuste a temperatura do chuveiro de acordo com a estação do ano.  Para os dias quentes, selecione a posição verão em seu chuveiro.  D...

É verão, é tempo de economia.

Ajuste a temperatura do chuveiro de acordo com a estação do ano. 
Para os dias quentes, selecione a posição verão em seu chuveiro. 
Dessa maneira, você estará economizando 30% de energia elétrica. 
Limite cada banho a 8 minutos, é o necessário para uma boa higiene do corpo.
www.amway.com.br/pagnossinnet.meusite

terça-feira, 10 de setembro de 2013

LAR ECOLÓGICO: iCook - Sistema de cozimento

LAR ECOLÓGICO: iCook - Sistema de cozimento: Optitemp TM Combinação de alumínio e aço inoxidável ferromagnético, promove uma melhor distribuição e retenção do calor, cozinhando em fogo...

LAR ECOLÓGICO: LAR ECOLÓGICO: OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA

LAR ECOLÓGICO: LAR ECOLÓGICO: OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA: LAR ECOLÓGICO: OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA : "A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo ...

LAR ECOLÓGICO: Dicas de Economia (AES Eletropaulo)

LAR ECOLÓGICO: Dicas de Economia (AES Eletropaulo): Dicas que fazem bem para o seu bolso e para o planeta:   Lavadora de roupas •   Lave o máximo de roupas indicado pelo fabricante ...

LAR ECOLÓGICO: Sacolas Plasticas

LAR ECOLÓGICO: Sacolas Plasticas: Há algum tempo foi proibido em todo o estado de São Paulo as sacolinhas plasticas em supermercados. Depois voltaram a serem oferecidas. ...

Sacolas Plasticas


Há algum tempo foi proibido em todo o estado de São Paulo as sacolinhas plasticas em supermercados.
Depois voltaram a serem oferecidas.
Sabemos de longa data o quanto essas sacolas prejudicam o meio ambiente. Mas o que podemos fazer para resolver essa situação, ou seja não usar as sacolas plasticas para empacotar nossas compras.

Ai vão algumas dicas:
1 - Leve ecobags para fazer suas compras, elas são feitas de lonas, ráfia ou PET. Em geral 3 ou 4 delas são suficientes para trazer as compras. Não esqueça de lavá-las pelo menos uma vez por semana e não misturem na mesma sacola produtos de higiene com produtos de limpeza e, principalmente, nenhum dos dois com alimentos.
2 - Leve o tradicional carrinho de feira.
3 - Use caixas de papelão, se seu supermercado não os deixam nos corredores, peça para os funcionários. Depois de usá-los mande-os para a reciclagem.
4 - Use caixas plasticas. Existem de vários modelos e tamanhos.
5 - Use as sacolas biodegradáveis, após o uso mande para uma usina de compostagem, caso contrário elas irão parar nos aterros sanitários e comprometerão o meio ambiento do mesmo jeito que as comuns.
Deixe sempre algumas ecobags no porta malas do seu carro, assim se precisar já estará na mão.
Há modelos de ecobags que ao serem dobradas ficam muito pequenas e cabem facilmente nas bolsas sem ocupar muito espaço.

Não esqueça a transformação da sociedade começa em sua casa.

visite nossa loja virtual: https://www.amway.com.br/pagnossinnet.meusite
produtos ecológicamente corretos

Dicas de Economia (AES Eletropaulo)

Dicas que fazem bem para o seu bolso e para o planeta:

 

Lavadora de roupas
 Lave o máximo de roupas indicado pelo fabricante de uma só vez
 Limpe o filtro da máquina com frequência
 
Televisão
 Não deixe a TV ligada sem necessidade.
 Escolha um aparelho com timer que, se programado, desliga  automaticamente
 
Ferro elétrico
 Acumule grande quantidade de roupa e a passe de uma só vez
 Passe roupas leves, como lingeries, após desligar o ferro
 Se interromper o serviço, mesmo que por pouco tempo, desligue o ferro
 
Chuveiro elétrico
 Faça a instalação com conexões boas e fios adequados
 Em dias quentes, coloque a chave na posição verão
 Nunca reaproveite uma resistência queimada. Isso aumenta o consumo e põe em risco a sua segurança
 Limpe os furos de saída da água do chuveiro
 
Lâmpadas
 Aproveite a luz natural do dia. Abra as cortinas
 Apague a luz quando ninguém estiver no local
 Escolha lâmpadas fluorescentes para locais onde a luz fica acesa mais de quatro horas por dia
 
Geladeira
 Não use a parte traseira da geladeira para secar tênis, panos e roupas
 Faça limpeza e degelo periodicamente
 Abra a porta da geladeira somente quando precisar
 Não coloque paninhos sobre as prateleiras
 Verifique sempre as borrachas de vedação da porta 

Essas dicas foram compilados do site da AES Eletropaulo 

Sua economia e a economia do planeta pode continuar se você mudar para produtos de limpeza biodegradáveis.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

LAR ECOLÓGICO: OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA

LAR ECOLÓGICO: OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA: "A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo problemas em oito anos e de repente, em ...

OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA

"A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo problemas em oito anos e de repente, em um belo dia, a televisão lhe diz adeus.
“Não há nada para se fazer além de comprar outra”.
É possível fazer produtos que durem mais do que isso? Quem sabe a vida toda?
Benito Muros da SOP (Sem Obsolescência Programada), diz que é possível. Por isso está ameaçado de morte."

Para ler a reportagem completa com Benito Muros:  http://forum.outerspace.terra.com.br/index.php?threads%2Fespanhol-%C3%A9-amea%C3%A7ado-de-morte-por-criar-l%C3%A2mpada-que-n%C3%A3o-queima.332943%2F

quinta-feira, 9 de maio de 2013

iCook - Sistema de cozimento


OptitempTM
Combinação de alumínio e aço inoxidável ferromagnético, promove uma melhor distribuição e retenção do calor, cozinhando em fogo baixo e de maneira uniforme, independentemente de a panela estar ou não no centro da chama.
VitalokTM
Promove um cozimento de baixa umidade, o que permite a recirculação dos vapores no interior do recipiente, fazendo com que os alimentos sejam cozidos no próprio caldo de forma uniforme.

Caçarola a vapor de 4 litros com tampa, ideal para massas, sopas, caldos e ensopados, frango ou lombos inteiros ou qualquer tipo de vegetal volumoso.
A cozi-vapore da caçarola a vapor é ideal para tortas, pães, vegetais e sobremesas, bem como para o preparo de pratos em banho-maria. A cozi-vapore também pode ser utilizada como coador para lavar frutas e vegetais, bem como para preparar legumes, verduras e peixe.
Garantia de Satisfação e Termo de Garantia

domingo, 21 de abril de 2013

LAR ECOLÓGICO: Calçadas com pneus reciclados, isto é demais.



Calçadas de borracha


A garrafa quica e não quebra. Os pés sentem a diferença: o chão está mais macio. A prefeitura de Washington está instalando calçadas de borracha na cidade. Investiu US$ 60 mil nos últimos oito meses. Se o projeto-piloto continuar a dar certo, vai tomar conta da capital americana.
A cidade das árvores, como é conhecida nos Estados Unidos, está cuidando com carinho do título, trocando o cimento pelo piso emborrachado em torno das árvores, para proteger as raízes e acabar com as calçadas quebradas.
O cimento não permite que o ar e a água passem para o solo. Por isso, as raízes crescem para cima, em busca de alimento, e acabam empurrando e quebrando a calçada. Todo ano, a prefeitura tem que trocar blocos inteiros, quebrar o cimento e refazer tudo. Somente com os consertos, gasta cerca de US$ 5 milhões anualmente e ainda tem que se defender de processos na Justiça, porque as pessoas tropeçam, se machucam e exigem indenização.
Entre as placas de borracha, existe espaço suficiente para permitir a passagem de ar e de água. Como elas são maleáveis, também se adaptam à movimentação das raízes. O engenheiro da prefeitura Wasi Khan acrescenta outra vantagem do projeto: as placas são feitas de pneus reciclados, material que ocupa os depósitos de lixo e preocupa as autoridades.
Cada placa, que amortece a caminhada, significa um pneu de borracha a menos nos lixões. Mas o preço ainda é um problema. O revestimento novo custa três vezes mais do que o antigo. A vantagem virá a longo prazo. A calçada deve durar o triplo do tempo.
A instalação das placas de borracha é super-rápida, porque elas se encaixam umas nas outras com pinos que vão em orifícios. Além do mais, é um trabalho simples, porque elas são bem mais leves do que qualquer material de concreto.
Elas também são reversíveis e não queimam com pontas de cigarro. Vantagens econômicas e ecológicas à parte, uma moradora que testou a novidade diz que as árvores estão levando vantagem. Ela gostaria que a calçada inteira fosse mais macia.
Nos Estados Unidos, 86% dos pneus velhos são reciclados fazendo calçadas ou asfalto. Uma tecnologia que está dando os primeiros passos no Brasil. Cada quilômetro de estrada pavimentado com asfalto de borracha pode significar até 7 mil pneus a menos nos lixões.











FONTE: http://grep.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-14971-2-240587,00.html

Calçadas com pneus reciclados, isto é demais.


sábado, 16 de março de 2013

A ECONOMIA É UM SUBSISTEMA DO MEIO AMBIENTE


12/03/2013

Definitivamente, a economia neoclássica têm sérias dificuldades em aceitar o fato de que a economia é apenas um subsistema do meio ambiente.
Definitivamente, a economia neoclássica têm sérias dificuldades em aceitar o fato de que a economia é apenas um subsistema do meio ambiente. Centrados numa visão míope do diagrama do fluxo circular (empresas fornecendo bens e serviços às famílias dada as condições do mercado de fatores de produção) que é de natureza hermeticamente fechada, isolada e restrita, os economistas tradicionais não enxergam (ou não querem enxergar) a completa interrelação existente entre a economia e a natureza.
Diante disso, passam por cima das questões ambientais, pois entendem que a economia é soberana e superior a tudo. Para os “tradicionais”, as questões de ordem ambiental não passam de meros setores pertencentes à macroeconomia, como são os casos da pesca, da agropecuária, das florestas, entre tantos outros. Para esses não há limites e obstáculos ditados pelo ambiente e a expansão da atividade produtiva pode ocorrer sem maiores transtornos.
Pensando assim, os economistas tradicionais ignoram o que realmente se sucede em termos reais de movimentação dentro de um sistema econômico: entra (materiais) e sai (resíduos); entra matéria e energia, sai ejetada poluição (lixo); logo, a economia não pode ser vista como um sistema fechado. Ao contrário: a economia nada mais é que um sistema aberto dentro de um amplo sistema (o ambiente) que tem a finitude como sua maior característica.
Nesse ponto, convém chamar a atenção para o desenho aqui apresentado: fluxos de entrada (materiais e energia) e de saída (produtos e resíduos ejetados) precisam ser considerados em sua essência, e não relegados ao descaso como é comum pela visão econômica tradicional. A economia necessita (e sempre precisará) da natureza, e não o contrário. Nas palavras de Clóvis Cavalcanti, “não existe sociedade (e economia) sem sistema ecológico, mas pode haver meio ambiente sem sociedade (e economia)”.
É totalmente equivocado pensar a atividade econômica de forma ermitã. A economia é apenas uma parte de um todo; o todo é o meio ambiente.
Nessa linha sistemática de defesa em torno do meio ambiente, quando se aponta dedo em riste sobre a atividade econômica, pontuando a exploração de recursos em favor de um crescimento antieconômico, é forçoso aventar que o “tipo de economia” que pretendemos, capaz de assegurar a capacidade de progresso à geração futura, não está fazendo o jogo do antiprogresso, do antidesenvolvimento, da antievolução. Para termos progresso, desenvolvimento e evolução, de fato e de direito, é necessário entender que há limites biofísicos, e esses obrigatoriamente devem ser respeitados.
Por isso, não há como escapar da seguinte premissa: crescer significa usar o meio ambiente, e mais crescimento significa menos meio ambiente, pois como aponta Herman Daly, a biosfera é finita, não cresce, é fechada (com exceção do constante afluxo de energia solar) e obrigada a funcionar de acordo com as leis da termodinâmica.
Também por isso e para isso, cabe destacar que qualquer subsistema, como a economia, em algum momento deve necessariamente parar de crescer e adaptar-se a uma taxa de equilíbrio natural.
Funda-se nesse argumento um fato imperioso: parar de crescer não significa parar de se desenvolver. É perfeitamente possível prosperar sem crescer. Prosperidade é sinônimo de bem-estar para todos. Logo, não pode haver prosperidade em ambientes que são constantemente expostos à degradação, reduzidos a poluição como objeto final, afetando a qualidade de vida das pessoas.
Com isso, é urgentemente necessário trocar a busca incessante do crescimento (expansão quantitativa) pelo desenvolvimento (melhoria qualitativa). No linguajar dos economistas-ecológicos crescimento econômico vai até certo ponto, ultrapassado esse ponto não há melhorias, mas sim perdas significativas começando pela qualidade do ar que respiramos e pela completa destruição do espaço natural, afetando sobremaneira a qualidade de vida nas cidades, tornando-as insustentáveis.

Marcus Eduardo de Oliveira é economista, especialista em Política Internacional pela (FESP) e mestre em Estudos da América Latina pela (USP).